Ilustração/Portal Campo de Marte (Gerada por IA)
O crescimento consistente da carga aérea brasileira está redesenhando a logística internacional e criando um ambiente mais eficiente para empresas que dependem de operações rápidas e integradas. Após registrar um aumento de 6,61% na movimentação de cargas em junho, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o mercado trabalha com a expectativa de um salto de até 15% até o fim de 2026, consolidando um novo recorde para o setor.
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Autuações com cobranças retroativas já atingem empresas que atuam no Aeroporto Internacional de Guarulhos e acendem debate sobre segurança jurídica, critérios técnicos e risco de insolvência.
As empresas brasileiras de serviços auxiliares ao transporte aéreo (ESATAs), responsáveis pelos serviços em solo que garantem o funcionamento das operações aeroportuárias, passaram a enfrentar um novo desafio que pode comprometer a sustentabilidade financeira do setor. Após autuações que inicialmente atingiram segmentos como petróleo e mineração, a Receita Federal começou a aplicar multas milionárias também contra companhias de ground handling, tendo como primeiros alvos empresas que operam no Aeroporto Internacional de Guarulhos.